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O GATO PRETO, O MACHADO E O PERFUME DA GRATIDÃO


O nosso repórter secreto o " Gato Preto" foi visto na manhã deste domingo, enquanto caminhava pelo calçadão da Orla Aratuá, quando um popular percebeu a presença do Gato Caminhando, e perguntou o porquê do sumiço. Foi a primeira vez que o nosso repórter apareceu após o resultado do segundo turno.

O nosso chaninho mostrava-se esperançoso com um iniciar de um novo dia.

O gatinho olhou para ele, sorriu e respondeu:

“Era preciso”. Após, ele foi-se embora, declamando um trecho do poema “Se voltares”, de Rogaciano Leite:

“Como sândalo humilde que perfuma

O ferro do machado que lhe corta,

Eu hei de ter minha alma sempre morta

Mas não me vingarei de coisa alguma.”

Antes que alguém lhe perguntasse mais alguma coisa o gatinho saiu cantarolando faceiro, faceiro

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